14 motivos para gostar de Natal
Marcadores: Natal, Papai Noel | author: Mr. Lemos01) As mesmas músicas do ano anterior
02) As propagandas de ceias e presentes utópicos para a maioria do povo
03) As propagandas mostrando famílias perfeitas inexistentes
04) As crianças infernizando os pais para comprar os novos brinquedos da propaganda
05) As crianças que não têm para quem pedir presente
06) O trânsito gigante
07) Os lugares lotados
08) As pessoas colocam passas no arroz
09) As pessoas que não têm nem arroz para comer
10) O vigoroso aumento no número de perus assassinados
11) As árvores arrancadas para virar enfeite temporário
12) As zilhões de luzes piscantes espalhadas pelas cidades, enquanto o mundo esquenta sem parar
13) O velho gordo explorando renas e duendes, enquanto leva sozinho a fama de boa gente
14) Saber que não dá nem pra ter raiva do tal velhote, já que ele NÃO EXISTE
Fazer festa e abraçar gente querida é sempre bom. O resto é business!
1º teaser/trailer do meu 1º filme
Marcadores: Cinema, Filme, Teaser, Trailer | author: Mr. LemosA caminho da telona.... ajudem a espalhar o link, please!!!
Xixi no banho
Marcadores: avião, Banheiro, Xixi | author: Mr. LemosDescobri no blog da minha afilhada Ligia um site genial chamado Xixi no Banho. O nome é engraçado, mas o assunto é sério. Os caras fazem uma campanha a favor dessa prática tão comum e inocente, que pode diminuir a destruição dos recursos naturais. Mijando no chuveiro, cada pessoa economiza pelo menos uma descarga por dia, o que equivale a cerca de 12 litros d'água. Eu sei que o mundo vai acabar em 2012 e que tem água suficiente para mais três anos. Mas... vai que o planeta resolva lutar por mais tempo e não acabe tão cedo? Como é que faz? É como aquela história do sujeito que descobriu estar gravemente doente e abandonou a família, torrou as economias, abusou de todas as drogas, saiu com centenas de prostitutas... e depois soube que o médico se enganou. Na dúvida, é melhor achar o meio termo. E no caso do xixi no banho, não custa nada. É um alívio e é seguro também. 95% da urina é água e o restante é composto de substâncias como uréia e sal. Ou seja, ninguém precisa temer transmissão de doenças durante a chuveirada. Sem contar que a água e o sabão levam tudo embora em instantes. O site pergunta logo de cara aos visitantes: 'vc faz xixi no banho?' Dos cento e poucos mil que passaram por lá até agora, 73% assumiram que fazem e os outros 23% mentiram.
De qualquer forma, é muito fácil a vida de quem pode escolher entre mijar no vaso ou no ralo. Olha só essa história de terrorismo que rolou num avião da Cathay Pacific. O vôo ia de Hong Kong para a Arábia Saudita, com 277 passageiros a bordo. A viagem duraria 8 horas, o que já é bastante doloroso. Até que alguém descobriu que os 10 banheiros da aeronave estavam quebrados. Aí deu merda, claro. É como falar para o alcoólatra que acabou o mé ou dizer para o gordo que não tem mais chocolate. O povo ficou doido. No meio da confusão, o piloto acabou fazendo o pouso de maior emergência da história da aviação mundial, para uma mijada em massa em Mumbai, na India. O tempo total da viagem subiu para 18 horas - provavelmente as mais apertadas da vida daquelas pobres pessoas. A lei aeronáutica obriga os aviões a possuírem pelo menos um banheiro (funcionando) para cada 80 passageiros. Isso já é bem pouco na minha opinião. Agora, como é que os infelizes deixam 10 banheiros fora de uso e embarcam 277 desgraçadas almas na maior tranquilidade? Isso deveria dar cadeia.
E só pra aproveitar o gancho da cadeia (e também a notícia da mesma página do jornal), vejam essa: um gatuno invadiu a igreja nos EUA e levou toda a grana da sacolinha. Depois deixou um bilhete: "Desculpe, mas eu sou pobre. Perdão, Deus." O padre, puto da vida depois desse que já foi o quarto roubo à igreja Batista de Atlanta em 2 anos, está considerando a hipótese de colocar um aviso para os potenciais futuros ladrões. O cristão pediria que os bandidos o acordassem em vez de roubar e, assim, a igreja faria uma coleta para ajudá-los. E viva a esmola com o dindin alheio...
Bom ficam aqui minhas três dicas do dia:
1) Façam xixi no banho;
2) Se visitarem Atlanta, não dêem dinheiro à paróquia;
3) Caso precisem viajar de Cathay Pacific, levem fralda.
Deixa o pato comer, porra!!
Marcadores: amigos, Coração, passarinho, pato | author: Mr. LemosDesculpem o desabafo. Ainda sobre ornitologia, uma questão tem tirado meu sono. A japinha disse outro dia que passarinho dorme em pé, com uma só perna esticada. Nunca fui fã de passarinho na gaiola e não lembro de ter visto algum dormindo na rua (o que é bom, deve existir pouco passarinho sem teto por aí). Pesquisamos na internet e ninguém explica direito o caso. Alguns dizem que os pássaros, quando estão doentes, dormem com uma perna só. Outros explicam que o bichinho fica perneta apenas para descansar em algumas ocasiões. Há ainda quem classifique tudo isso como lenda. Mergulhado na dúvida, pensei em ficar de plantão na árvore para esclarecer o caso. Mas o frio tá pesado e achei melhor desistir. Então apelo aqui para os amigos: alguém, por favor, quebre o meu galho! Como diabos dormem os passarinhos?
O mistério do pássaro-saci me levou de volta a uma das situações mais constrangedoras por que já passei. Por sorte, ficou tudo em família. Minha irmã Ursula tinha lá um ou dois periquitos. Um dia ela veio nos visitar e, quando cheguei em casa, vi duas gaiolas penduradas no quintal. Para encher o saco da irmã, falei sem pensar: "Puta passarinho feio!" Claro que eu não achava aquilo. Na verdade nem tinha olhado o pobre animal direito. Foi só pra tumultuar o ambiente. Mas foi a resposta dela que criou o tumulto na minha consciência: "É seu presente de aniversário."
Pior do que a vergonha, foi não ter aproveitado todos os anos que passamos juntos para ver como o periquito dormia.
Falando em coração, o nosso anda sofrido. Ontem foi dia de dar tchau para a Lori e para o Paedar. Ela, brasiliense, ele, irlandês, são alguns dos bons amigos que fizemos aqui na ilha. E, assim como muitos outros, foram embora. O casal está agora a caminho de um novo lar, num lugar bonito, mas muito perigoso e cheio de gente ruim: Brasília. A partida deles deixa mais um buraco grande no peito e reforça aquela estranha sensação de que nunca mais seremos felizes de verdade. A vida vai ser sempre uma enorme saudade, aqui, aí ou em qualquer outro lugar do mundo...
Moral da história:
Pra acalmar o coração
Tomarei pinga com limão
Lembrarei dos amigos com carinho
E contarei pernas de passarinho
Por fim, acordarei de madrugada
E alimentarei os patos com feijoada
Love hurts
Marcadores: Assalto, crime, handebol, roubo | author: Mr. Lemos2006. Frankfurt. Alemanha. Quartas-de-final da Copa do Mundo. Pouco antes das 21 horas do primeiro dia do mês de julho, um sábado, eu tomava um assento nas arquibancadas do então recém-reformado e modernizado Waldstadion. Vestindo uma camisa azul da Seleção Brasileira e com o coração batucando acelerado, me sentia uma das 48 mil pessoas mais sortudas do planeta. Estava a poucos metros do campo onde jogariam Brasil e França. Todos sabiam que o time brasileiro iria ganhar. Não havia dúvidas. A festa já estava preparada. Ainda assim, uma multidão francesa insistia em gritar e cantar "Allez les Bleus, Allez les Bleus", instigando seus atletas a tentar a sorte contra o tão poderoso 'quadrado mágico' verde e amarelo. O primeiro tempo foi difícil, feio, sem gols. Mas era o Brasil em campo. Nada poderia nos deter. Ou melhor... Aos doze minutos do segundo tempo, um cidadão careca chamado Zinedine Zidane cobrou falta da esquerda. Na outra ponta, um cidadão filho duma égua, conhecido como Thierry Henry, enfiou a bola para dentro da rede brasileira. "Allez les Bleus" virou um barulho ensurdecedor. "Caralh., FDP, VTNC, PQP", também. A partir disso, o tempo voou. Ninguém mais fez gol. O juís apitou. O jogo acabou. E eu chorei. Chorei feito criança abandonada na guerra. Chorei sem chão para ajoelhar. Chorei sem lenço para secar. Chorei com dor sincera e, honestamente, ainda hoje tenho vontade de chorar ao lembrar do fato. Chorei como chorava no início dos anos 90, quando o Corinthians vivia apanhando do Palmeiras. Chorei porque já estava engasgado com os tais Bleus havia oito anos. E, finalmente, chorei porque o resultado foi justo e eles mereceram ganhar.
Aqueles cidadãos, o careca e o filho duma égua, tiraram de mim não apenas a chance de ver ao vivo meu país ser campeão do mundo. Eles estragaram minha esperança de revanche. Aliás, não apenas a minha. Imagino que todos os brasileiros esperavam ansiosos pela chance de vingar a derrota sofrida em território francês oito anos antes, em 1998, quando o mesmo Zidane usou a cabeça pelada para marcar 2 dos 3 gols que deram o título da Copa do Mundo à França e criaram um dos maiores mistérios da história do futebol brasileiro. Mas isso é outra história.
2009. Saint-Denis/Paris. França. O dia é 18 de novembro. Zinedine Zidane, o careca miserável e agora aposentado, ocupa um assento de honra nas arquibancadas do Stade de France. A noite fria no norte da capital francesa não preocupa os bravos irlandeses que viajaram algumas horas para prestigiar sua seleção fraca, ruim e com mínimas chances de vitória. A partida vale vaga na última Copa antes do Fim do Mundo - a ser realizada na África, em 2010. Aos 13 minutos do primeiro tempo da prorrogação, após um lançamento à área irlandesa, Thierry Henry, o filho duma égua, AJEITOU A BOLA COM A MÃO e depois cruzou para o companheiro Gallas marcar o gol que eliminou o time visitante. E a Irlanda chorou.
Com essa jogada criminosa, o Maradona francês tirou de mim a chance de, pela primeira vez, ter dois times para torcer na mesma Copa do Mundo. Sim, o coração de um homem pode ser grande o bastante para amar em dobro, para ter dois países batendo dentro do mesmo peito. Mas o coração largo também e frágil. E, ainda que dessa vez as lágrimas não tenham vindo aos olhos, meu surrado órgão cardíaco chorou junto com a ilha injustiçada.
Como bem disse a Carlsberg aí embaixo... LOVE HURTS. Nada como uma cerveja para entender bem os sentimentos de um homem.
PS: rumores dizem que, por questões políticas, a FIFA não deixaria a França perder a vaga para a Copa. Parece que, caso os franceses não conseguissem marcar o gol usando todas as partes do corpo, os atletas dos dois times seriam convocados para um concurso de quem faz a melhor baguete. Diante dessa denúncia, convoco todos os leitores deste blog a um boicote contra o pão francês, por tempo indeterminado. Obrigado!!
Assuntando
| author: Mr. LemosEsses dias ouvi uma baita conversa furada que me deixou chateado... o sujeito falou pra cacete e não disse porra nenhuma. Um desperdício de tempo. Comecei a pensar no quão comum é viver esse tipo de situação. Tem gente que não sabe ficar sem falar e acaba assuntando sobre porcaria nenhuma. Esse é um dos grandes berços da conversa fiada, do papo furado e da fofoca. Quem não tem o que dizer, acaba falando da vida alheia, mesmo sem maldade, e isso vira vício. Outros não vão tão longe, mas, por falar qualquer coisa, acabam passando por experiências desagradáveis. Lembro de dois amigos que começaram a namorar. Um dia fomos a uma festa na casa da menina e o pai dela, homem rico e apreciador de elegantes vinhos, perguntou animado ao novo genro: "Então, o que vc achou desse vinho?". Com a taça na mão e sem nenhum conhecimento enológico, meu amigo arriscou: "Ah, esse vinho é um vinho que... é um vinho muito bom. Ele tem uma garrafa bonita, não deve dar ressaca..." (???) Ele falou sério e o sogro foi embora, visivelmente desolado. Faz tanto tempo e até hoje vejo a cena com clareza. E posso dizer com certeza que foram exatamente essas as palavras do rapaz.
Recentemente a japinha e eu conhecemos uma figura que não fecha a boca por nada no mundo. A danada, como dizia meu pai, foi vacinada com agulha de vitrola. Daí que com o tempo a gente começa a evitar a pessoa. Ela chega por um lado, nós saimos pelo outro. É desagradável, mas é necessário preservar os ouvidos. Aqui na ilha não existe aquele preconceito contra quem fala do tempo. É claro que ninguém pergunta "será que vai chover?", afinal é a Irlanda. Sempre chove. Mas as pessoas falam a mesma coisa toda vez que se encontram: "Que tempo miserável lá fora, não é?" Acho até que já comentei esse fato aqui há algum tempo e isso é sinal de que eu tô assuntando também. Mas a culpa não é totalmente minha, afinal passei minha infância rodeado por três mulheres e... bom. Deixa pra lá. A pessoa a ser seguida mesmo na minha família é o meu primo Marcos. Passamos uns dias com ele em Berlim essa semana e mais uma vez tive a prova do que é prudência oral. O Marcos (ou Geraldo, para os íntimos) sempre foi um cara reservado. Mas não é aquele tipo de pessoa calada, que não interage. A questão é que ele não abre a boca só pra fazer barulho. O cara pensa antes de falar. Então tudo o que ele diz tem algum sentido, tem bom senso. Quando meu primo está para dizer algo, vc pode notar pela feição que ele está pensando, pra ter certeza antes de verbalizar. Isso é inteligência. Eu, infelizmente, não nasci com toda essa prudência. Mas esse tipo de comportamento é coisa que se aprende. Tenho aprendido a escutar mais e ficar de bico fechado mais vezes. Sabe como é... duas orelhas, uma boca... deve ter alguma razão. Certo? Uma amigona que mora aqui na ilha já precisou mudar de casa porque as colegas simplesmente não respeitavam o direito dela de ficar calada. Caraca, se até a polícia, que nem sempre é tão amigável, acaba respeitando esse direito (pelo menos nos filmes), porque as companheiras de casa não podem fazê-lo? Deixa a pessoa em paz, diacho! E aquele papo de mulher chata? "Benhê, por que vc tá tão quieto? Aconteceu alguma coisa?" Ou o cara grudento: "Ô bebê, que foi que aconteceu? Fala comigo!" Boca não foi feita pra falar por 24 horas diárias. Ela tem diversas tarefas importantes... beber, comer, beber, bocejar, beber, beijar, comer, beber, babar, etc. E, no meio disso tudo, ainda precisa de um descanso. Uma vez, faz tempo, estava conversando com um amigo sobre essas pessoas falastronas. Ele contou que tinha adotado com a então namorada a tática da resposta aleatória. Ela falava lá aquele monte de bobagem e ele ficava fazendo na cabeça as contas pra saber quem tinha chance de ganhar o Brasileirão. Quando notava uma breve pausa nas palavras da garota, meu amigo comentava: "Putz!" Mais um tanto de fala-fala e ele: "Nossa!" Duas horas de 'papo' depois, a moça estava satisfeita e ele já tinha feito toda a matemática do campeonato, sem se amolar.
Eu nem deveria dar a dica, mas esse post precisava ter alguma informação útil, então vamos lá. Se vc alguma vez estiver falando com alguém (o que não necessariamente significa conversar) e a pessoa começar a dar as seguintes respostas, é hora de parar:
É; É complicado; É foda; Tá; Tá certo; Isso; Isso mesmo; Putz; Pô; Porra; Só; Verdade; Caramba; Nó; Nossa; Nossa Senhora.... Quer dizer, Nossa Senhora já dá mais trampo pra dizer. É, se alguém falar Nossa Senhora, pode ser que esteja mesmo prestando atenção. Mas aí, dependendo da sua crença, pode ser blasfêmia. Em todo caso, o mais seguro é ficar quietinho.......
Trabalho e descanso
Marcadores: Trabalho, vadiagem | author: Mr. LemosTá um frio lascado na ilha. Não que isso seja novidade. É que o termômetro despencou depressa nos últimos dias. Parece até sacanagem falar disso com quem tá derretendo no calor brasileiro. Mas ninguém fica satisfeito de jeito nenhum mesmo. Se quem vive no forno busca sombra e água fresca, quem mora na geladeira... nem de água quer saber. Tem dia que dá medo só de pensar em banho por aqui. Baixas temperaturas diminuem também a vontade de trabalhar. E as altas? Sempre que faz um sol bacana, todos passam o dia lamentando a infelicidade que é estar preso no escritório, na fábrica, no estúdio... Dia quente é bom pra descansar na praia, na piscina, no parque. Dia frio é perfeito na cama, no sofá, na toca. A verdade é simples: só tem vagabundo no mundo. Tá! E daí? Vadiagem é legal mesmo! Quem vai falar o contrário? Por isso as pessoas mais felizes são as que realmente amam o que fazem pra viver, mesmo que ganhem pouco. A única forma de ter um trabalho bom é gostar dele, porque aí deixa de ser trabalho e vira diversão remunerada. Mas, desculpem a mudança brusca de assunto. Não quero falar de labuta, e sim de vadiagem. Outro dia achei no jornal essa notícia lamentável:
Quando a gente se depara com uma notícia dessas, pensa que alguém vai fazer alguma coisa, que o povo vai sair às ruas, que o Governo vai extinguir o Ministério do Trabalho (aliás, porque não existe o Ministério do Desemprego para olhar pelos direitos de quem não quer trabalhar?), mas a realidade é muito diferente disso. Poucos dias depois de ler sobre a pobre gerente da lanchoete (que descanse MESMO em paz), dei de cara com essa outra:
Um dia feliz
| author: Mr. LemosO dia ainda nem acabou. Isso me dá medo. Não quero fazer janta. Certamente alguma coisa vai queimar. Não quero tomar banho. Vai acabar a água quente. E se eu pensar em lavar a louça, acaba a água fria também. Aliás, hoje deve queimar o aquecedor. E tá um puta frio. Hoje eu não jogo na loteria, não transfiro dinheiro, não dou palpite nem conselho e, se alguém espirrar, não falo saúde. Não é falta de respeito, é segurança. Ainda bem que o Corinthians não joga hoje. Se eu comprar um circo nesse dia, o anão vai crescer. O negócio é tentar dormir cedo pra tudo acabar logo. Mas já vou me preparar para ter pesadelo. A vida continua linda, mas tem dia que não deveria existir. Vou encher a cara agora e também embebedar a japinha. Se alguém tiver que vomitar de novo por aqui, vai ser de ressaca, e não de chá.
HUMPF!
À dona Clotilde
Marcadores: Dia das bruxas | author: Mr. LemosSalve, salve
as senhoras encarquilhadas
as maçãs envenenadas
as princesas desenganadas
Salve, salve
o nariz grande e pontudo
o bigode cabeludo
o corvo preto bicudo
Salve, salve
a magia no caldeirão
o futuro na palma da mão
a verruga no narigão
Salve, salve
as fogueiras pelo caminho
as crianças de dedo gordinho
a Maria e o Joãozinho
Salve, salve
o espelho mentiroso
o chapéu sempre estiloso
o gato preto manhoso
Salve, salve
a mágica da varinha
a cara de vovózinha
a maldade da boazinha
Merlim, Morgana, Blair, Harry Potter e as meninas de Salem que me perdoem, mas essa homenagem é para a senhorita Clotilde. A pessoa que mais amou o Madruga nesse mundo. A grande Bruxa do 71.
2012
Marcadores: Fim do mundo | author: Mr. LemosDiante de inúmeros protestos contra meus posts apocalípticos, decidi criar um espaço mais amplo para falar do nosso tão aguardado e querido Fim do Mundo.
Anotem aí: http://www.2012lavoueu.blogspot.com/
2012 é um espaço livre, onde todo mundo pode postar suas próprias idéias, além, é claro, de comentar sobre os posts alheios. É um blog de autoria geral. Afinal, o Fim do Mundo é um evento democrático e sem Copyright. A idéia é que todos participem de verdade, postando notícias, enquetes, medos, descobertas ou qualquer outra coisa que envolva o grande dia. Quero ver todo mundo fazendo parte: minha mãe, minha sogra, meu sogro, a Aline, a Mi, a Lets, o Helinho, o Thiaguinho, a Lica, a Ka, as Maris, a Iza, a Leda, o Wó, a Jahm, os anônimos e todos os outros companheiros que não costumam deixar comentários, mas que perdem um tempinho no Madruga. Vale convidar amigo de amigo também. Então, quem quiser me ajudar nessa empreitada, é só dar um alô... aqui, por email ou no blog 2012. Quem se manifestar vai receber um email-convite e será feito membro do blog, com todos os direitos e sem nenhuma obrigação.
Premissas gerais do blog:
-2012 não é para quem quer salvar o mundo ou fazer dele um lugar melhor. O mundo vai acabar de qualquer jeito!! 2012 é para quem deseja fazer do Fim do Mundo um evento normal.
-O Fim do Mundo é um acontecimento público e sem fins lucrativos. Nenhuma empresa norte-americana terá privilégios na reconstrução do planeta.
-Todos podem escrever posts e vale qualquer assunto. Sem frescura e sem censura. Vale notícias de catástrofes, teorias de destruição, receita de bolo, conselho de vó, carta de amante...
-Só um pedido: tentem ser breves e concisos nos posts. Afinal, a porra do mundo está acabando e ninguém tem tanto tempo pra perder lendo essas porcarias que nós escrevemos.













